Suicídio: Um estigma emocionalmente incompreendido

O nosso inconsciente funciona sob a tutela de desejos não compreendidos. Alguns desejos são aceitáveis, outros nem tanto. Os desejos não aceitáveis são governados por mecanismos de defesa que autoriza o que se pode ou não sentir. Os desejos reprimidos, caso não sejam reconhecidos, acabam por gerar uma tensão interna tão intensa que condiciona, de uma forma deveras dolorosa, a livre e autêntica expressão neste mundo como pessoa.

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Autocompaixão: a arte de deixar ir…

A autocompaixão ou autobondade é uma atitude que vai além de ter pena de si mesmo/a e leva a um lugar de aceitação radical da dor e sofrimento interior, fruto de escolhas equivocadas, arrependimento, vergonhas ou traumas. Numa sociedade altamente exigente, somos impelidos a seguir a batuta do sucesso, como soldados ou mártires, bombardeados por um sem fim mensagens de reforço positivo e de exemplos de conquista e de valor que nos afasta da nossa essência mais humana. Inevitavelmente, quem está do outro lado do paraíso e não consegue acompanhar essa “onda de positividade tóxica” espalhada pelo mundo de ilusões, instala gota-a-gota de uma forma insidiosa, um sentimento desvalorização e culpa, pai e mãe de uma pandemia da saúde mental que poucos ousam reconhecer.

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 O perigo em ser uma “BOA PESSOA” (a síndrome do salvador)

Quem não conhece pessoas que procuram ser úteis, prestativas, atenciosas, preocupando-se sempre pelos interesses dos outros, ajudando quem necessita, colocando os seus interesses acima dos seus e, quando não correspondida, transforma-se em outra pessoa? Em suma, alguém que se identifica com esta síndrome procura ser uma boa pessoa, sendo refém dessa imagem que quer transmitir aos outros.

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